Governança não é Gestão!

Infelizmente muitas organizações e profissionais experientes confundem os objetivos da função governança e da função gestão. Tenho encontrado em muitas organizações a função de governança (pelo menos no nome) totalmente errada, com nível hierárquico e autonomia equivocados. Quando encontro esta situação, na minha experiência, 100% a organização tem problemas de estrutura e responsabilidades. Neste caso, o processo de segurança da informação, privacidade, continuidade e confiança digital está em uma maturidade…

Ambiente interativo em segurança

Em um artigo anterior, onde falei sobre o modo “piloto automático” no cérebro do profissional da segurança, comentei sobre estudos que mostram que o uso de estímulos periódicos podem ajudar em muito a tirar o homem, durante o trabalho, desse estado de estagnação. Dessa vez, pretendo discorrer sobre uma abordagem onde o ambiente produz essa sinalização, uma mensagem ou, para me manter fiel ao conceito, esse estímulo sensorial. Tendo como…

Segurança Pessoal – “… e brilha o sol!”

Em nosso último artigo sobre Segurança Pessoal, utilizamos uma analogia com “chovendo no molhado”, à fim de reforçar a importância da pauta em nível da alta gestão, assim como provocar a percepção de diferentes perspectivas desta competência na estratégia dos negócios. Agora vamos considerar que esta pauta tenha sido desenvolvida, que a decisão de integrar os cuidados com a Segurança Pessoal aos planos de médio e longo prazo da organização…

Segurança Pessoal – “chovendo no molhado”

A impressão do jargão “chover no molhado” remete a algo repetitivo e sem efeito, mas, se pararmos para observar, a “chuva no molhado” traz “novo conteúdo” do mesmo conteúdo que já estava onde caiu, porém, alterando ou renovando o seu volume e causando um “novo movimento”, no que estava parado ou em ritmo diferente. Desta forma, trago a expectativa de que este “novo” conteúdo do que já sabem, contribua com…

Contrainteligência – Instrução para acerto na expectativa

Recebemos consultas sobre medidas de contrainteligência e a maneira diversa como clientes e prestadores de serviço se referem à este serviço, ao demandá-los e ao oferecê-los, torna oportuno um ajuste de entendimento aos nossos leitores, evitando a confusão da estratégia aplicada diante do risco percebido. Para contextualizar a “Inteligência” de que estamos falando, temos o conteúdo de conhecimento produzido à partir da combinação e análise de dados, podendo ser controlado…

Estratégia de Negócio a partir da Segurança

Esta abordagem continua sendo uma “curiosidade”, não somente entre os executivos tomadores dos nossos serviços de consultoria e assessoria, como também entre alguns executivos de Segurança. Recentemente, fomos consultados sobre “o que faz um estrategista de Segurança?”, nos levando a retomar e compartilhar uma consolidação que torne claro o seu entendimento e aplicação prática, na vida das pessoas e das organizações. A estratégia de Segurança estabelece a sinergia entre as…

A importância da atualização constante!

Em recente conversa durante uma live semanal sobre segurança de condomínios – especificamente sobre CFTV, percebemos que através de alguns depoimentos e ainda pela vivência dos profissionais que participaram desse evento, até os termos utilizados pelos participantes começam a tomar nova forma, ou seja, quem contrata ou quem opera os sistemas, já sabe um pouco mais do que o básico. Destacamos nesse programa, que isso também é fruto de um…

O modo “piloto automático” no cérebro dos profissionais

Temos observado durante nossos trabalhos de consultoria que apesar da grande e rápida oferta de tecnologia disponível no mercado, a preços acessíveis e com processos muito amigáveis, os gestores ainda estão baseando suas operações em trabalhos braçais, ou seja, ainda estão muito dependentes do fator humano. Cabe, porém, destacar que não se trata de desvalorizar o profissional – ser humano, ao contrário, temos que valorizar a sua condição de ser…

Quem vigia o vigia?

(Quis custodiet ipsos custodes? é uma frase em latim do poeta romano Juvenal, traduzida como “Quem há de vigiar os próprios vigilantes?” e outras formas como “Quem vigia os vigilantes?”, “Quem guardará os guardiões?”, “Quem vigia os vigias?”, “Quem fiscaliza os fiscalizadores?” ou similares). Resolvi utilizar essa frase para abrir esse artigo, pois tenho me deparado constantemente com iniciativas, sem dúvida elogiáveis, porém baseadas na crença simplista, de que uma câmera irá afastar ou inibir uma ação…

Segurança Corporativa – abordagem Empresarial

Introdução A abrangência corporativa da Segurança presume a atuação do profissional nos processos de negócio e/ou nos diversos negócios de uma organização, por qualificar a  Gestão de Segurança em nível estratégico da Organização e não somente em nível da própria área de Segurança. Introduzindo as suas técnicas e manifestando os seus próprios conhecimentos também em níveis táticos e operacionais, mas, com mais autonomia e autoridade conquistada, não imposta. Esta é…