A importância da atualização constante!

Em recente conversa durante uma live semanal sobre segurança de condomínios – especificamente sobre CFTV, percebemos que através de alguns depoimentos e ainda pela vivência dos profissionais que participaram desse evento, até os termos utilizados pelos participantes começam a tomar nova forma, ou seja, quem contrata ou quem opera os sistemas, já sabe um pouco mais do que o básico. Destacamos nesse programa, que isso também é fruto de um…

MindSec – saindo de baixo da escada, mas, para onde?

Uma abordagem usada desde os anos 90, vê-la sendo atualmente repetida nos alerta ainda tratar-se de um desafio, motivo para também repetir a ênfase em sua mensagem principal, explorando a origem desta frase para destacar o destino da área de Segurança no seu compromisso estratégico, objetivo organizacional e expectativa de resultados da mencionada transição. Mais importante do que sair debaixo da escada é ter o destino bem definido e estar…

MindSec – uma dinâmica estratégica a partir da ciência e da teologia

A grande maioria das pessoas, em contato com o ambiente corporativo e de negócios, está familiarizada com o termo “MindSec” e sua aplicação a partir do próprio significado: configuração da mente. Diferente de restringir-me ao público e às aplicações convencionais da Segurança, proponho neste artigo uma “carona” no termo que já tem significado completo em si mesmo essencial para a nossa vida pessoal e para a capacidade estratégica em nossas…

Quem vigia o vigia?

(Quis custodiet ipsos custodes? é uma frase em latim do poeta romano Juvenal, traduzida como “Quem há de vigiar os próprios vigilantes?” e outras formas como “Quem vigia os vigilantes?”, “Quem guardará os guardiões?”, “Quem vigia os vigias?”, “Quem fiscaliza os fiscalizadores?” ou similares). Resolvi utilizar essa frase para abrir esse artigo, pois tenho me deparado constantemente com iniciativas, sem dúvida elogiáveis, porém baseadas na crença simplista, de que uma câmera irá afastar ou inibir uma ação…

O modo “piloto automático” no cérebro dos profissionais

Temos observado durante nossos trabalhos de consultoria que apesar da grande e rápida oferta de tecnologia disponível no mercado, a preços acessíveis e com processos muito amigáveis, os gestores ainda estão baseando suas operações em trabalhos braçais, ou seja, ainda estão muito dependentes do fator humano. Cabe, porém, destacar que não se trata de desvalorizar o profissional – ser humano, ao contrário, temos que valorizar a sua condição de ser…

Segurança Pessoal – “… e brilha o sol!”

Em nosso último artigo sobre Segurança Pessoal, utilizamos uma analogia com “chovendo no molhado”, à fim de reforçar a importância da pauta em nível da alta gestão, assim como provocar a percepção de diferentes perspectivas desta competência na estratégia dos negócios. Agora vamos considerar que esta pauta tenha sido desenvolvida, que a decisão de integrar os cuidados com a Segurança Pessoal aos planos de médio e longo prazo da organização…

Segurança Pessoal – “chovendo no molhado”

A impressão do jargão “chover no molhado” remete a algo repetitivo e sem efeito, mas, se pararmos para observar, a “chuva no molhado” traz “novo conteúdo” do mesmo conteúdo que já estava onde caiu, porém, alterando ou renovando o seu volume e causando um “novo movimento”, no que estava parado ou em ritmo diferente. Desta forma, trago a expectativa de que este “novo” conteúdo do que já sabem, contribua com…

“Cenários de Riscos e o CSO”

À partir da oportunidade de participar do estudo “Cenários de Riscos 2026 e Além – Perspectivas Estratégicas para o Brasil e a América Latina”, desenvolvido pela Plataforma t-Risk, logo procurei converter o aprendizado desta experiência em uma estratégia de aperfeiçoamento às responsabilidades de um CSO no desenvolvimento de suas atribuições, garantindo que os planos e realizações estejam atualizados e, seguindo meu compromisso de compartilhar minhas aplicações práticas, sem qualquer pudor…

Repensando a vida nos condomínios e bairros

Muito já se ouviu dizer que a palavra crise em uma tradução para a língua chinesa – weiji, é um ideograma formado pela junção de dois outros: o negativo “perigo” (wei) e o promissor “oportunidade, ocasião propícia” (ji). Descontando algumas contestações de historiadores e estudiosos da língua, me parece que a tal milenar sabedoria chinesa, se fez presente ao nos levar a uma série de mudanças, tanto as esperadas (porém aceleradas no…

Segurança: um compromisso de todos, todos os dias!

Em um país como o Brasil, onde desafios urbanos complexos fazem parte da rotina das grandes capitais, a segurança patrimonial vai muito além da presença de sistemas sofisticados ou da atuação de equipes especializadas. O elo mais frágil ou forte, de qualquer estratégia de segurança ainda é o comportamento humano. E é justamente nesse ponto, ou seja, o “elo” em que se observa uma grande fragilidade. Lamentavelmente ainda não é…